quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Electric Psychedelic Sitar Headswirlers

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Zé Povinho - A Transvaloração da Tragicomédia

História

A história do Zé Povinho começou em 2003 quando o poeta/compositor Kid Andrade juntou-se ao guitarrista Vinícius Solto com a idéia de formar não só uma nova banda mais algo que chamasse a atenção pela novidade sonora produzida pelas melodias voltadas pra dentro do Brasil e que explodem na universalidade sonora já intrínseca nas letras de Kid, letras que ostentam as questões sociais de forma inteligente, satírica e ao mesmo tempo reflexiva, juntadas à harmonia percebida por Vinícius, trazendo assim unidade musical; arredondamento para o grupo. Tudo isso unido às influências do que existe de melhor na música brazuca – a singularidade causada pelo hibridismo das músicas e dos ritmos do mundo.
Antes do Zé Povinho, Kid Andrade (vocalista/compositor) sempre teve contato com o mundo da boa música brasileira: primeiramente nas rodas de samba, organizadas por seu pai, o Sargento Robinson, figura lendária de Peixinhos, aonde não faltavam Nelson Cavaquinho, Paulinho da Viola, Cartola, etc. – e depois na adolescência com sua primeira banda de Rock, a “Sêmen”, que rasgava pela cidade de Recife um rock noise psicodélico, tendo seu auge num show no extinto Bar Garagem, reduto da malucada de Recife.
Na poesia, participava dos recitais ao lado dos saudosos poetas Erickson Luna, França e Chico Espinhara, representantes do chamado “movimento de poesia ‘marginal’ do Recife” que contava ainda com Jorge Lopes e Valmir Jordão. Passada essa fase, veio a tempestade: Kid se viu e se sentiu realmente marginalizado diante das mudanças e exigências sociais na virada do século, “curriculum na pasta” e empregos de garçom, cobrador de ônibus, frentista de posto de gasolina e uma vontade que não lhe saía da cabeça: “quero cantar o que penso”, e as letras fluíam a cada investida no seu psicológico inquieto. Surgiram músicas como “A Barata e o Sapato”, uma levada de samba de morro para contar a fábula da barata esmagada pelo sapato social; “Currículum Vitae” uma bossa nova pra narrar um dia de um desempregado em busca de emprego; “O Circo das Maravilhas Tropicais”, uma ode às avessas para exaltar a tragicomédia brasileira, compostas geralmente durante os expedientes. Tão logo percebeu que não se encaixava nas diretrizes impostas pela sociedade, foi se dedicar ao que lhe proporcionava razão... E aí, nasceu o Zé Povinho.

O Nome

*O nome foi inspirado num personagem do caricaturista português Rafael Bordalo Pinheiro publicado em 1885 na revista lanterna mágica. O Zé Povinho foi inspirado na persona do povo português, boquiaberto e apático perante a corrupção política, porém, aparece vez por outra indignado, incrédulo e resmungão, capaz de muita modificação. Sua figura faz o gesto do manguito, mais popularmente conhecido no Brasil como dando uma banana, representando sua revolta. Kid identificou esse personagem ao povo brasileiro (até pela descendência) e o acoplou ao seu projeto artístico.

O CD

Após a saída de Vinícius Solto em 2006, começou a temporada de reformulação dos integrantes, um enorme entra e sai, e nesse clima é aprovado um projeto para o FUNCULTURA, e em Novembro de 2007 entram no estúdio Fábrica, no Recife, para gravar seu primeiro CD, intitulado “A transvaloração da tragicomédia” com produção executiva de Lígia Verner e musical da própria banda que tinha metade dos músicos convidados.
O CD foi lançado em 2008 e reúne 13 faixas. Uma delas, o frevo rock “Galo na Cabeça” com participação de Cannibal nos vocais, vocalista da banda de punk rock recifense Devotos. O disco é uma síntese de toda trajetória até então e as canções foram escolhidas a dedo num repertório vasto de idéias, poesia, filosofia, samba, rock e muita subjetividade.

Programas de TV

O Zé participou duas vezes do programa “Sopa Diário” a convite do próprio apresentador Roger de Renor, amigo e admirador do trabalho da galera. Do programa Pernambuco Cultural, da TV Pernambuco. Do Bom dia Pernambuco da TV Globo. E em maio de 2008, um convite para um programa exibido em rede nacional pela TV Brasil, Som na Rural apresentado por Roger. E dessa vez o convite foi feito pela banda “Devotos” que era a atração principal do programa e o Zé Povinho enfiou a pérola “Juro”, canção inédita composta por Kid e pelo violonista Rinaldo Lucas.

Shows

Em Agosto de 2009 destaque pra banda no projeto “observa e toca malakoff” organizado pela FUNDARPE (Fundação de Arte e Cultura de Pernambuco) em que se apresentaram pela primeira vez com a nova formação ao lado da banda cearense Cidadão Instigado, foi um show marcante pra mais de duas mil pessoas, selando a volta aos palcos depois de quase um ano sem se apresentar.
Vários outros shows foram marcados pela muita energia que tem o Zé Povinho quando sobe no palco. Vale lembrar o Experimenta Recife no Teatro do Parque; o 1º Abreu Pro Rock no centro de Abreu e Lima, o Sábado Mangue no Pátio de São Pedro ao lado de Zé Brow; O show do Burburinho ao lado do paraibano Escurinho; o Festival PRE AMP; o pólo do carnaval do Alto José do Pinho; O Festival de Inverno de Garanhuns; A Calourada da UFCG; entre muitos outros.

Enfim...

Apesar de seus seis anos de existência a banda se considera novata, já que aposta numa consolidação do seu trabalho para todos os tempos e não num frenesi momentâneo, comum aos que seguem os aquecimentos fugazes do mercado. A vontade é de arte e o respeito pelo sentimento desta que vem se destacando cada vez mais como “uma banda digna de ser acompanhada com atenção” segundo as palavras do jornalista Renato L. hoje secretário de cultura do Recife, ou, “ouve-se uma vez e pronto, gosta-se de imediato pela simplicidade de dizer coisas inteligentes, sob acordes bem elaborados. Música com princípio meio e fim...” são as palavras de Michelle de Assumpção do Diário de Pernambuco.
É só o começo...

Myspace: http://www.myspace.com/zepovinho

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Maulawi

Na sequência do seu mais recente álbum, New Thing de Jazz Deep in E.U.A. (Sun Ra, Art Ensemble of Chicago, Alice Coltrane, Archie Shepp),. Esta é a única gravação de Maulawi Nururdin e seu grupo. Originalmente gravado em Chicago, em setembro 1973, e lançado por uma gravadora pequena, em Detroit no ano seguinte. A música caiu entre a abertura da avant-garde e straight-ahead jazz, e tinha elementos do funk e do latim, que eram raros na época em que significava que comercialmente se afundou sem deixar vestígios -, mas, trinta anos depois, podemos ver que Estes são exatamente os elementos que ajudaram a torná-lo um álbum de origigem, anos à frente de seu tempo. Maulawi cresceu em Chicago e, conforme o encarte do álbum, fazia parte de uma grande herança musical de Chicago, que variaram do electric blues de Muddy Waters, do jazz à frente em linha reta de Ahmad Jamal, até o Art Ensemble of Chicago, Sun Ra , Anthony Braxton e outros membros da realeza avant-garde. Como saxofonista, ele também fazia parte da tradição do grande chifre de Chicago-jogadores, que inclui Gene Ammons, Eddie Harris, Johnny Griffin e muitos mais. Maulawi tinha levado o seu próprio grupo desde os anos 1960 e uma série de jovens músicos surgiu através de seu grupo - Billy Greenfield, Jack DeJohnette, Jerome Cooper e sobre este álbum a 16 anos de idade Adam Rudolph . Maulawi foi um multi-instrumentista e maestro, e embora ele era especialista em saxofone, também tocou , piano, bateria e muito mais. Sua carreira foi na periferia da Associação para o Progresso da Creative Musicians (AACM), o colectivo de músicos de vanguarda, em Chicago, que incluiu Muhal Richard Abrams, o Art Ensemble of Chicago e Amina Claudine Myers - ele nunca foi um membro, mas muitas vezes brincava com os envolvidos nesta comunidade musical, músicos como Billy Brentfield Anderson e Fred. Em 1973, o grupo entrou em estúdio para gravar este disco para um Strata Records, em Detroit, um selo independente dirigido por Kenny Cox (que ele mesmo havia liderado a Contemporary Jazz Quintet no Blue Note Records) e Charles Moore.É Um projeto de parceria que nunca trabalhou fora, também levou ao nascimento de um outro rótulo, Strata East Records em Nova York, dirigido por Charles Tolliver e Stanley Cowell. Bem-vindo ao mundo dos Maulawi!

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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Texas Funk: Black Gold from the Lone Star State 1968-1975

Como comprovado por vários locais do que os principais provedores de funk saudamos(Funkadelic de Detroit, Ohio Players de Ohio, Sly Stone de San Francisco, etc), você não pode fixar para baixo numa área específica E.U. como um viveiro - o Berço do funk. Parece como se cada área teve seu ato próprio líder no Funk, e Texas estava cheia deles, como evidenciado pela excepcional compilação Texas Funk: Black Gold from the Lone Star State 1968-1975. Emitidos como parte de uma série em curso pelo selo Jazzman (que é especializada na compilação obscuro pelo destaques funk de zonas específicas - Midwest Funk, etc), Texas Funk é uma mina de ouro para os fanáticos em todo o mundo funk. Poucos, se algum, destes artistas serão conhecidos a qualquer pessoa fora da Lone Star State, mas rapidamente se torna evidente que todos estes artistas dominaram os sulcos dos seus registos como James Brown. Muito poucos artistas aqui reproduzir o estilo e abordagem do Padrinho do Soul com um T, ou seja, "a raça da América I Turn You On" e Majestics "Funky Chick", mas outros injeta a sua própria "Thang". Os destaques incluem o Sunny & Sunliners "Get Down", "Timothy McNealy Sagitário Black", e os Vern Blair Debate do "Super Funk" (o último dos membros da banda, cujo também aparecem na capa do álbum) - tudo o que poderia ter facilmente caber na trilha sonora de Shaft, ou um episódio de Chico e o Homem. compilação de 21 faixas

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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

The Art Ensemble of Chicago - Les Stances a Sophie

O Art Ensemble of Chicago é um conjunto de jazz avant-garde que emergiu da AACM (Association for the Advancement of Creative Musicians) de Chicago no final dos anos 1960. O Art Ensemble é notável pela integração de estilos musicais que abrangem toda a história do jazz e pelo multi-instrumentalismo – especialmente no uso do que eles denominaram “pequenos instrumentos” – para além daqueles do jazz tradicional; os “pequenos instrumentos” podem incluir buzinas de bicicletas, sinos, apetrechos de festa de aniversário, bem como uma vasta gama de instrumentos de percussão (incluindo objetos encontrados). O grupo também utiliza fantasias e pinturas de rosto em suas performances. Essas características se combinam para tornar as performances do conjunto um espetáculo tanto visual como um sonoro, com cada músico tocando uma grande variedade de tambores, sinos, gongos e outros instrumentos. Ao se apresentar na Europa em 1969, o grupo estava usando mais de 500 instrumentos.
O grupo inclui aspectos performáticos em seus concertos de forma que eles permitam à banda ir além dos estritos limites do Jazz. Seu lema ou fio condutor é a Música Negra (“Great Black Music: Ancient to the Future”), o que lhes permite explorar uma grande variedade de estilos e influências musicais; as peculiaridades das apresentações da banda nos palcos também refletem essa direção. Nas palavras de Jarman:“Então o que estávamos fazendo com aquelas pinturas nos rostos era representar a todos ao longo de todo o universo, e isso também se exprimia na música. É por isso que a música era tão interessante. Ela não era limitada a instrumentos ocidentais, instrumentos africanos, instrumentos asiáticos ou instrumentos sul-americanos, ou quaisquer instrumentos”.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Bill Holt - Dreamies

Bill Holt liberado Dreamies em 1974, é um álbum que continua a ecoar em toda a influências musicais. Holt estava vivendo o sonho americano essencial na década de 1960 e 1970 com a esposa, filhos, e um trabalho bem sucedido. Ele começou a tornar-se extremamente fascinado experimental em compositores como Bob Dylan e John Cage, que eram ambos revelações da época (e ainda são). Holt senti uma necessidade especial para criar a música como uma visão artística de como ele reuniu um violão Ovation acousic, um Moog Sonic Seis Synth, e um Teac quatro faixas. Ele se isolou para seu porão, dia e noite, criando o álbum que agora é conhecido como Dreamies. A capa é absolutamente perfeito, como canções de Holt envolver sua mente tanto como ouvidos, criando um único som que você nunca ouviu falar antes.
O álbum é constituído por duas faixas 26 minutos:Programa Ten 'e' Programa de Onze", embora a nova versão remasterizado, lançado em 2007, divide o álbum em treze faixas. A remasterização está muito bem feito e da separação de ambas as canções só torna mais fácil navegar no épico. Fortemente influênciado pelos The Beatles "Revolution 9", Holt combina exuberante ambiente acústico com melodias e clips de áudio dos anos anteriores, a América estava mudando rapidamente. A partir do Kennedies com as últimas tendências da moda, Holt estava interessado em como a América estava progredindo e ele queria Chronicle-lo em som. Mojo Magazine classificou o álbum # 37 em sua lista de 2005 do "Top 50 Most Out There-Álbuns de Todos os Tempos. Foi um pouco difícil escolher os clipes de áudio para lhe mostrar, como o álbum verdadeiramente flui como um, mas espero que isso vai lhe dar um gosto. Como você deve ter notado, o 'Programa Ten' tem mais vocal e guitarra acústica (embora mais clipes de áudio), 'Programa Eleven' é definitivamente o mais arrepiante e único fora dos dois.

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domingo, 18 de outubro de 2009

Twistin Rumble

Rough sulcos e matérias-primas - de maneira mais do que você pode imaginar a partir do "twist" de referência no título! O som aqui é mais R & B que qualquer outra coisa - muitos dos tambores pesados, buzinando sax, queima de órgãos e riffs de guitarra - mas há também alguns ecos dos ritmos latinos, rockabilly raunch, e alguns elementos 60s

sábado, 17 de outubro de 2009

Discografia Flaming Salt

Discografia Effervescing Elephant

Cedar Lunen